Informação clara é parte do tratamento. Diabetes é o nome dado a doenças em que o açúcar permanece alto no sangue porque o corpo não produz insulina suficiente, não consegue usá-la bem ou apresenta os dois problemas.
A insulina é o hormônio que ajuda o açúcar do sangue a entrar nas células e virar energia.
Com diagnóstico precoce, acompanhamento regular e tratamento adequado para cada pessoa, é possível reduzir muito o risco de problemas de saúde e manter boa qualidade de vida.
Este artigo é educativo e não substitui uma consulta médica.
Tipos 1 e 2: entenda as diferenças
Diabetes tipo 1: acontece quando as defesas do corpo atacam, por engano, as células que produzem insulina.
Pode surgir em qualquer idade, mas é mais frequente em crianças e jovens. Normalmente começa de forma rápida, e a pessoa precisa usar insulina todos os dias desde o diagnóstico.
Não é causado pelo consumo de açúcar, pelo excesso de peso nem por “falta de cuidado”.
Diabetes tipo 2: acontece quando a insulina não funciona bem e, com o tempo, o corpo deixa de produzir a quantidade necessária.
Em geral, desenvolve-se devagar e pode passar anos sem causar sintomas. É mais comum em adultos, mas também pode ocorrer em jovens.
Histórico familiar, idade, excesso de gordura corporal, falta de atividade física, sono ruim e diabetes durante a gravidez aumentam o risco.
O tratamento pode incluir mudanças de hábitos, medicamentos e, em alguns casos, insulina.
Há ainda diabetes gestacional e formas menos comuns, que requerem avaliação específica.
Diabetes no Brasil: quantas pessoas têm e quantas ainda não sabem
Estimativas oficiais recentes indicam que cerca de 12,9% da população brasileira vive com diabetes, o equivalente a mais de 26 milhões de pessoas.
Aproximadamente 31,9% dos casos ainda não estariam diagnosticados. O Brasil está entre os países com maior número de pessoas com a doença.
Em torno de 90% a 95% dos casos correspondem ao tipo 2. Como diferentes pesquisas usam faixas etárias e métodos distintos, os números podem variar.
Sinais e sintomas mais comuns
- Urinar muitas vezes, inclusive à noite;
- Sede e fome excessivas;
- Perda de peso sem explicação, sobretudo no tipo 1;
- Cansaço, visão turva e desidratação;
- Infecções que voltam com frequência, coceira na região íntima, problemas na gengiva ou feridas que demoram a fechar;
- Formigamento ou menor capacidade de sentir toque, dor, calor ou frio nos pés.
No diabetes tipo 2, é comum não haver sintomas.
No tipo 1, muita sede, urinar demais, perder peso, sentir enjoo, vomitar, ter dor na barriga, respirar rápido ou ficar muito sonolento podem indicar cetoacidose, um acúmulo perigoso de ácidos no sangue.
Essa complicação exige atendimento urgente.
Por que a glicose pode sair da meta?
A glicose pode sair da meta quando o tratamento, a rotina ou condições de saúde alteram seu equilíbrio.
Entre as causas estão doses insuficientes, uso irregular ou aplicação incorreta da insulina, além de dificuldades de acesso aos cuidados. Alimentação diferente do plano, pouca atividade física, sono inadequado, estresse, infecções, corticoides e o avanço natural da doença também podem interferir.
Episódios frequentes de glicose muito baixa podem levar a mudanças inadequadas no tratamento por medo.
O objetivo não é culpar, mas entender as dificuldades e ajustar o plano com a equipe de saúde.
Riscos e possíveis complicações
Quando o açúcar no sangue fica alto por muito tempo, pode prejudicar a circulação, os nervos e vários órgãos. Esses problemas podem começar sem sinais visíveis, por isso é importante fazer acompanhamento regular.
- Coração e circulação: maior risco de ataque do coração, derrame, pressão alta, circulação ruim e coração enfraquecido.
- Rins: os rins podem perder aos poucos a capacidade de limpar o sangue. Em casos graves, pode ser necessário usar uma máquina para fazer esse trabalho, tratamento chamado diálise.
- Olhos: danos na parte do olho responsável por formar as imagens, visão embaçada e, em casos avançados, perda da visão.
- Nervos: formigamento, queimação, dor ou dificuldade para sentir toque, calor e frio, principalmente nos pés.
- Saúde sexual: o diabetes pode prejudicar os nervos e a circulação, causando dificuldade para ter ou manter uma ereção, também chamada impotência sexual. Também pode reduzir o desejo, causar ressecamento vaginal ou desconforto durante a relação. Esses problemas têm tratamento e devem ser conversados com um profissional de saúde.
- Pés: feridas que demoram a fechar, infecções e, nos casos mais graves, necessidade de retirar uma parte do pé ou da perna.
- Infecções e cicatrização: maior facilidade para desenvolver infecções e mais dificuldade para curar feridas.
- Problemas urgentes: açúcar muito baixo no sangue, falta grave de insulina ou açúcar extremamente alto com perda de líquidos podem causar confusão, desmaio, coma e risco de morte.
A boa notícia: controlar a glicose, a pressão, o colesterol e o peso, não fumar e fazer os exames recomendados reduz de forma importante o risco dessas complicações.

O diabetes sem controle adequado pode afetar o coração, os olhos e os rins. O acompanhamento regular ajuda a identificar alterações precocemente e reduzir o risco de complicações graves.
Como confirmar o diagnóstico?
O diagnóstico é confirmado por exames de sangue que medem a glicose e a média do açúcar no sangue nos últimos meses, chamada hemoglobina glicada.
Os resultados que podem indicar diabetes incluem glicose em jejum igual ou maior que 126 mg/dL e hemoglobina glicada igual ou maior que 6,5%.
glicose igual ou maior que 200 mg/dL duas horas após beber um líquido açucarado no exame; ou glicose igual ou maior que 200 mg/dL em qualquer horário, quando há sintomas típicos.
A diretriz brasileira também aceita o resultado de uma hora igual ou maior que 209 mg/dL. Quando não há sintomas claros, normalmente é preciso repetir o exame para confirmar.
Algumas situações podem mudar o resultado da hemoglobina glicada, como alterações no sangue que reduzem os glóbulos vermelhos, gravidez, problemas nos rins e transfusão recente.
Acompanhamento e exames periódicos
A frequência depende do tipo de diabetes, idade, tratamento, metas e complicações. Um plano usual inclui:
- Em todas as consultas: revisão das medições de glicose, episódios de glicose baixa, medicamentos, alimentação, atividade física, peso e pressão; exame dos pés quando houver risco.
- Hemoglobina glicada: em geral, a cada três meses quando o tratamento muda ou a meta não foi atingida; a cada seis meses quando o controle está estável.
- Rins: exames de sangue e urina verificam se os rins estão limpando bem o sangue e se há perda de proteína na urina, normalmente pelo menos uma vez ao ano.
- Olhos: exame da parte interna do olho, chamado exame de fundo de olho ou fotografia da retina. No tipo 2, costuma começar no diagnóstico; no tipo 1, geralmente após alguns anos, conforme a idade e a orientação médica. Em geral, é repetido todos os anos, mas a frequência pode mudar de acordo com o resultado.
- Pés: exame completo pelo menos uma vez ao ano, incluindo pele, circulação, formato dos pés e sensibilidade ao toque; deve ser mais frequente quando há perda de sensibilidade, má circulação ou ferida anterior.
- Exames de sangue: colesterol e triglicérides, funcionamento do fígado, sais minerais e outros exames necessários conforme os remédios usados e outros problemas de saúde.
- Coração e circulação: avaliação da pressão, das gorduras no sangue, do uso de cigarro e de possíveis sinais de problema. Exames específicos do coração ou consulta com cardiologista não são necessários para todas as pessoas; são pedidos conforme os sintomas, os riscos e a avaliação médica.
- Outros cuidados: saúde da boca, vacinas, avaliação da sensibilidade, sono e bem-estar emocional.
Monitoramento da glicose: transforme números em decisões

Glicosímetro e sensor de glicose são ferramentas diferentes e complementares para acompanhar a glicose.
Medir a glicose ajuda a perceber quando ela está alta ou baixa e como muda após refeições, exercícios e medicamentos.
O aparelho de medir glicose, chamado glicosímetro, analisa uma gota de sangue da ponta do dedo. Ele é especialmente importante para quem usa insulina, tem episódios de glicose baixa ou está ajustando o tratamento.
Antes de medir, lave e seque as mãos, use tiras dentro da validade, alterne os dedos e anote o horário, o resultado, a alimentação, a atividade e a dose do remédio.
Os sensores de glicose ficam em contato com a pele e acompanham a glicose ao longo do dia. Eles mostram se a glicose está subindo ou caindo e quanto tempo permanece na faixa desejada.
Como a leitura pode ter um pequeno atraso em relação à glicose do sangue, pode ser preciso confirmar o resultado com o aparelho de ponta de dedo.
Essa confirmação pode ser necessária quando os sintomas não combinam com a leitura, a glicose muda rapidamente ou o aparelho alerta para glicose baixa.
A equipe de saúde deve orientar as metas, os horários e o que fazer diante de cada resultado.
Tratamento: um plano individualizado
Alimentação e controle da glicose

Exemplo de prato equilibrado: muitos vegetais, uma fonte de proteína e uma porção de alimentos ricos em carboidrato.
Não existe uma única “dieta para diabetes”. O plano alimentar deve respeitar a cultura, a rotina, o orçamento e as preferências de cada pessoa.
Em geral, recomenda-se dar preferência a verduras, legumes, feijão e outras leguminosas, grãos integrais, frutas inteiras, castanhas e fontes adequadas de proteína.
Também é importante reduzir bebidas açucaradas, alimentos muito industrializados e excesso de pães, massas, doces e outros carboidratos que aumentam a glicose rapidamente.
Distribuir esses alimentos ao longo do dia pode ajudar. Para quem usa insulina, aprender a calcular a quantidade de carboidratos pode ser útil.
Um nutricionista pode adaptar o plano e evitar proibições desnecessárias.
Atividade física e hábitos saudáveis

Para muitos adultos, a recomendação é fazer pelo menos 150 minutos por semana de exercícios que acelerem moderadamente a respiração, como caminhada rápida, distribuídos em três ou mais dias.
Também são indicados exercícios de força duas ou três vezes por semana e menos tempo sentado. O início deve ser gradual.
Pessoas com problemas no coração, perda de sensibilidade, lesões nos olhos, doença nos rins ou uso de insulina precisam de orientação para se exercitar com segurança e saber quando ajustar a alimentação ou o remédio.
Dormir bem, não fumar, moderar o consumo de álcool e cuidar da saúde emocional também fazem parte do tratamento.
Como prevenir problemas nos pés
- Examine os pés todos os dias, inclusive entre os dedos; use um espelho se necessário.
- Lave com água morna, seque bem e hidrate a pele, mas não entre os dedos.
- Não ande descalço e verifique o interior do calçado antes de usá-lo.
- Use meias sem costuras apertadas e sapatos confortáveis; amacie calçados novos gradualmente.
- Corte as unhas retas, sem retirar cantos profundos; não use calicidas nem corte calos em casa.
- Procure atendimento rapidamente se houver bolha, corte, vermelhidão, calor, inchaço, secreção, escurecimento da pele ou ferida que não melhore.
Principais classes de medicamentos

Canetas de insulina genéricas: o tipo, a dose e a técnica de aplicação devem ser orientados pela equipe de saúde.
A escolha do remédio depende do tipo de diabetes, do resultado da hemoglobina glicada, do risco de a glicose cair demais, do peso, do funcionamento dos rins e do fígado, de problemas no coração e na circulação, do custo e das preferências da pessoa. Nunca comece, pare ou misture medicamentos sem orientação profissional.
- Metformina: diminui a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajuda a insulina a funcionar melhor. É muito usada no diabetes tipo 2. Pode causar enjoo, gases ou diarreia. O funcionamento dos rins e, após uso prolongado, o nível de vitamina B12 podem precisar de acompanhamento.
- Inibidores da SGLT-2: fazem o corpo eliminar parte da glicose pela urina. Alguns também ajudam a proteger o coração e os rins. Podem aumentar o risco de infecção na região genital e desidratação. Raramente, podem causar uma complicação grave por falta de insulina, mesmo sem glicose muito alta. Por isso, é importante receber orientação para períodos de jejum, doença ou cirurgia.
- Inibidores da DPP-4: ajudam o corpo a liberar insulina quando a glicose sobe. Quando usados sozinhos, apresentam baixo risco de deixar a glicose muito baixa e geralmente não alteram o peso. A dose de alguns deles precisa ser ajustada quando os rins não funcionam bem.
- Medicamentos que imitam os hormônios GLP-1 e GIP: ajudam o corpo a liberar insulina no momento adequado, diminuem a fome e fazem o alimento sair mais devagar do estômago. Podem ajudar na perda de peso e, em algumas pessoas, proteger o coração. Enjoo, vômitos, diarreia ou prisão de ventre são mais comuns no início. Nem todas as pessoas podem usá-los. Neste grupo estão a liraglutida, semaglutida e a tirzepatida.
- Pioglitazona: ajuda a insulina a funcionar melhor. Pode causar ganho de peso, inchaço e piorar o enfraquecimento do coração. Também pode aumentar o risco de fraturas.
- Sulfonilureias: estimulam o pâncreas a produzir mais insulina e podem baixar a glicose no diabetes tipo 2. Exemplos são gliclazida, glimepirida e glibenclamida. Costumam ser eficazes e de menor custo, mas podem deixar a glicose baixa demais e causar ganho de peso. O risco é maior em pessoas idosas, com problemas nos rins, alimentação irregular ou uso de remédios que agem por mais tempo.
- Insulina: é indispensável no diabetes tipo 1 e pode ser necessária no tipo 2, principalmente quando a glicose está muito alta, durante a gravidez, em doenças graves ou quando outros tratamentos não funcionam o suficiente. O principal risco é a glicose cair demais; por isso, orientação e medição regular são fundamentais.
Dúvidas frequentes sobre glicemia e cuidados
1. Comer açúcar causa diabetes?
Não diretamente. O açúcar não causa diabetes tipo 1; no tipo 2, o risco resulta da combinação de vários fatores.
O consumo frequente de refrigerantes e outras bebidas açucaradas pode favorecer o excesso de calorias e o ganho de peso, fatores associados ao desenvolvimento do tipo 2.
Pessoas com diabetes podem consumir pequenas quantidades de açúcar dentro de um plano alimentar.
2. Diabetes tem cura?
Não há cura definitiva. O tipo 1 exige insulina contínua; no tipo 2, algumas pessoas podem alcançar remissão.
A remissão pode ocorrer após perda expressiva de peso e mudanças de hábitos mantidas ao longo do tempo, permitindo níveis normais de glicose sem medicamentos.
Em alguns casos, a cirurgia para perda de peso pode contribuir. Mesmo assim, o acompanhamento deve continuar, pois a glicose pode voltar a subir.
3. Quem usa insulina está em um estágio “terminal”?
Não. Usar insulina não significa que a doença esteja em estágio terminal.
A insulina é um hormônio necessário para controlar a glicose. No tipo 1, ela é indispensável; no tipo 2, o uso pode ser temporário ou permanente, conforme a necessidade.
4. Frutas são proibidas?
Não. Frutas inteiras podem fazer parte da alimentação de quem tem diabetes.
Elas fornecem fibras e nutrientes. A quantidade, o tipo e a combinação com outros alimentos podem ser ajustados, enquanto os sucos tendem a elevar a glicose mais rapidamente.
5. Posso parar o remédio quando a glicose normalizar?
Não por conta própria. Qualquer redução ou suspensão deve ser decidida com a equipe de saúde.
Um resultado dentro da meta geralmente indica que o tratamento está funcionando; interrompê-lo sem avaliação pode fazer a glicose voltar a subir.
6. Qual é a meta ideal de glicose ou hemoglobina glicada?
A meta ideal varia de pessoa para pessoa. Para muitos adultos, os valores de referência são glicemia de jejum entre 70 e 130 mg/dL e hemoglobina glicada abaixo de 7%.
Nos relatórios de sensores de glicose, busca-se manter 70% ou mais das medições registradas, ao longo das 24 horas, dentro do intervalo-alvo de 70 a 180 mg/dL.
Essas metas devem ser individualizadas conforme idade, gestação, duração da doença, risco de hipoglicemia, comorbidades e preferências.
7. Sensor substitui totalmente o glicosímetro?
Nem sempre. Em algumas situações, a leitura do sensor precisa ser confirmada com o glicosímetro.
A confirmação é indicada quando os sintomas não combinam com o valor mostrado, a glicose muda rapidamente ou as instruções do fabricante recomendam a medição na ponta do dedo.
8. Diabetes pode afetar os olhos sem alterar a visão?
Sim. Danos na parte do olho que forma as imagens podem começar antes de a pessoa perceber mudanças na visão.
Por isso, exames periódicos da parte interna do olho são importantes para encontrar alterações cedo e orientar o acompanhamento.
9. O que fazer quando a glicose está baixa?
Consuma açúcar de absorção rápida e confira a glicose novamente se a pessoa estiver acordada e conseguir engolir, seguindo o plano orientado pela equipe.
Se houver desmaio, convulsão ou dificuldade para engolir, não ofereça alimentos nem líquidos.
Use glucagon, um medicamento de emergência que aumenta a glicose, se ele estiver disponível e alguém souber aplicá-lo, e chame o serviço de emergência.
10. Diabetes pode ser causado por parasitas?
Não. Não há evidência científica de que parasitas sejam a causa do diabetes tipo 1 ou do diabetes tipo 2.
O tipo 1 ocorre quando o sistema de defesa ataca as células do pâncreas que produzem insulina.
O tipo 2 está relacionado à dificuldade do corpo em usar a insulina e à redução gradual de sua produção, com influência de fatores genéticos, idade, peso corporal e hábitos de vida.
Associar a doença a “vermes” pode desviar a atenção das causas reais e atrasar o controle adequado da glicose.
Não use vermífugos, antiparasitários ou supostas “limpezas” para tratar diabetes sem indicação médica, pois isso não controla a doença e pode atrasar um tratamento eficaz.
Quando procurar atendimento urgente
Procure atendimento urgente em caso de desmaio, confusão, convulsão, respiração funda ou acelerada, vômitos que não param, sinais de perda de muito líquido ou açúcar muito alto no sangue com presença de cetonas, substâncias que podem se acumular quando falta insulina.
Também procure ajuda diante de dor no peito, sinais de derrame ou ferida no pé com calor, vermelhidão, secreção, febre ou pele escurecida.
No Brasil, o SAMU atende pelo 192.
Fontes e revisão clínica
Conteúdo baseado na Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde e nos Standards of Care in Diabetes 2026 da American Diabetes Association. Recomendações podem mudar e devem ser aplicadas de forma individualizada por profissionais habilitados.
Sobre o autor
Dr. Paulo Gustavo Ribeiro é médico endocrinologista, titular pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). CRM: 121088 | RQE: 71168.
Formado pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema), realizou residência médica em Endocrinologia e Metabologia e em Clínica Médica pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (SP).
É membro da Endocrine Society.
